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JOÃO PEDRO

Meu primeiro choro foi no dia 26/01/07 às 21:01, na Clínica Perinatal, Rio de Janeiro.
Nasci pesando 3,055 Kg e medindo 47,5cm, um garotão, para a felicidade do papai e da mamãe.
A MAMÃE
A mamãe se chama Carolina, tem 24 anos e é ela quem escreve aqui no meu cantinho. Ela ama muito o meu papai e foi através deste amor que eu nasci.
Atualmente ela vive em minha função e não se cansa de me admirar. Ela adora me alimentar e cuidar me mim.
Quer enviar um e-mail para ela? É só clicar no envelope abaixo:
O PAPAI
Seu nome é João Ricardo, tem 30 anos e tem feito de tudo para conciliar o trabalho e o tempo para se dedicar a mim.
Sempre que o meu papai chega do trabalho, vai direto no meu quartinho me dar um beijo. Ele é muito carinhoso e está curtindo muito a nova vida em família.
Desde que eu estava na barriga da mamãe que ele canta para mim e me ensina muita coisa sobre a vida.
MEU CRESCIMENTO
| Idade |
Peso |
Altura |
| Ao Nascer |
3,055 Kg |
47,5 cm |
| 1 Mês |
4,200 Kg |
54,5 cm |
| 2 Meses |
5,450 Kg |
58,5 cm |
| 3 Meses |
6,000 Kg |
62 cm |
| 4 Meses |
7,000 Kg |
65 cm |
| 5 Meses |
8,050 Kg |
66,5 cm |
| 6 Meses |
9,050 Kg |
71,5 cm |
| 7 Meses |
9,550 Kg |
72,5 cm |
| 8 Meses |
10,360 Kg |
74,6 cm |
| 9 Meses |
11,000 Kg |
75 cm |
MEU DESENVOLVIMENTO
Primeiro Sorriso: 12/03/07
Primeiro Sorriso para a mamãe: 15/03/07
Primeira Viagem (Guaratinguetá): 17/03/07
Primeira Gargalhada: 13/04/07
Primeira Viagem de Avião (Curitiba): 26/04/07
Primeiro Suquinho (Laranja Lima): 25/05/07
Primeira Frutinha (Mamão): 27/05/07
Primeira Vez que virou de Bruços: 25/06/07
Sentou sozinho: 6 meses
Engatinhou: 8 meses
Primeiro dente: 31/10/07
NOSSA HISTÓRIA
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POESIA
:.Antes de Ser Mãe.:
(Patricia Vaughan)
Antes de ser mãe, eu fazia e comia refeições quentes.
Eu usava roupas sem manchas.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe,
Eu dormia tao tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que horas iria para a cama.
Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.
Antes de ser mãe,
Minha casa estava limpa todos os dias.
Eu nunca tropeçava em brinquedos, ou pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe,
Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.
Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...
Antes de ser mãe,
Ninguem nunca tinha vomitado ou cuspido em mim.Eu nunca tinha sido mordida nem beliscada por dedos minúsculos
Ninguém nunca tinha me molhado.
Antes de ser mãe,
Eu tinha controle da minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo, e do meu tempo.
Eu dormia a noite toda!!
Antes de ser mãe,
Eu nunca tinha segurado uma crianca chorando para que pudessem fazer exames ou aplicar vacinas.
Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e saciar um bebe faminto.
Eu nunca tinha olhado em olhos marejados e chorado.
Eu nunca tinha ficado tao gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.
Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.
Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.
Eu nunca havia sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedços porque eu não pude parar uma dor.
Eu nunca imaginaria que algo tão pequeno pudesse afetar tanto minha vida.
Eu nunca soube que eu amaria ser mãe.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.
Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia o calor,
A alegria,
O amor,
A preocupação,
A plenitude,
Ou a satisfação de ser mãe.
Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade
Antes de ser mãe...
CRÉDITOS
:::By Mamãe:::
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Terça-feira, Novembro 27, 2007
Impossível ler este texto e não postá-lo aqui. Ele é perfeito demais.
É tudo o que estou vivendo nos últimos 10 meses:
UMA SOLIDÃO SOLTEIRA
por Fabrício Carpinejar (www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br)
O que é ser mãe? É nunca precisar responder a essa pergunta. Diferente de pai, que sempre se explica e gosta de se explicar. Mãe parece que nasce sabendo, não importa a idade, não importa a disposição. Julga-se como um dom natural e um desejo de vida, desde o momento em que brincava de boneca na infância e formava uma família imaginária no quarto. Que menina, quando pequena, já não sonhava em trocar a roupa do filho ao vestir e desvestir sua Barbie? Ser mãe não é encarado como profissão nem deve, mas é tão estafante quanto um início de carreira. O papel é visto como prazer e dádiva. Para alguns homens, é reconhecido como o cumprimento de um ideal. Um sonho. Mas não significa que será fácil. E não é. Responde a um dos períodos de maior aprendizado, nervosismo e tensão. Durante a gravidez, a mulher se multiplica. Espiritualmente é duas. Ganha atenção dobrada. Seus pedidos mais estranhos são atendidos. Cavalheirismo e educação exagerados batem à sua porta. Não me refiro aos assentos vermelhos do ônibus e do metrô e dos guichês do banco, reservados a gestantes. Muito além disso: abrem-se os caminhos do entendimento e da cordialidade. Ela encontra uma paz de bosque, uma quietude social. Não é contestada, criticada, desafiada. Nada que prejudique o andamento da gestação. Sua fragilidade a ilumina de carícias.
DEPOIS DO NASCIMENTO, desconfia de que sua barriga serviu para um aluguel de luxo, que os familiares se importavam com a criança a vir, não com a criança adulta que se transforma em mãe. Paparicam o bebê e ela acaba de canto, alheia, sequiosa por um aconchego que não chega. Na hipótese de atravessar uma cesariana, dolorida e custosa, não receberá sequer algum questionamento sobre sua saúde. Andará sozinha, bem lenta, atrás do cortejo. A depressão pós-parto não é uma miragem, sinaliza desvalia.
De uma hora para outra, a mulher não é mais responsável pela sua existência, é responsável por duas vidas. Não poderá se dar ao luxo de pensar somente em si. Pensará em si por último, caso sobre tempo. Aliás, vejo que não é casando que a mulher deixa de ser solteira, ela muda efetivamente de estado civil ao gerar um filho. A dependência é substituída pela independência, no sentido de orientar e educar a criança.
POR MAIS QUE ESTEJA ACOMPANHADA de um marido companheiro e atento, é como se mandasse no campinho. É ela que deverá responder - ou acredita que deve responder - no surgimento de dúvidas e impasses. O homem ainda goza da regalia de coadjuvante, com atenuante de que não precisa conhecer tudo. Pai está aprendendo a ser pai, mãe está ensinando a ser mãe. A crença é que a mulher tem uma enciclopédia embutida no ventre.
Licença-maternidade não é uma licença poética. Não é apenas estacionar o filho na vaga preferencial do seio. Mal se recuperou do parto e enfrenta a multiplicidade de atividades. Não dorme pelo medo de dormir e deixar escapar um apelo do bebê e ser incriminada por omissão. A insônia é o de menos. Até encontrar a posição certa de segurar o nenê para não ter cólicas, até encontrar a melodia adequada que tranqüiliza o choro, até encontrar a postura confortável para não sofrer com dor nas costas, é uma arte.
ENTRE CUEIROS E TIP-TOPS, entre fraldas e lençóis, dificilmente será reconhecida em família pelos seus pequenos e imprescindíveis feitos. De que modo contar a terceiros e ao próprio marido o que fez? Que deu leite, arrumou as roupas, limpou o cocô, deu papinha e que essas operações tomaram o seu dia? As energias gastas em 24 horas serão reduzidas a um relato de três minutos. Dirão que é exagero. Começa a cobrança e a sensação de que não é compreendida.
O marido aparecerá em casa, leve e lépido, mais disposto (é claro), e brincará descansado com o filho, imitará sons de bichos, desfrutará da organização e de uma companhia para dividir as tarefas. Ele curte o que desejava para você. O pai é o parque, a mãe é dia útil. Resta assistir à alegria como se fosse sua.
IMAGINE UMA PROFISSIONAL HIPERATIVA mergulhar de repente nesse mundo em que nada aparenta acontecer e tudo acontece sem jeito de demonstrar? Ter a rotina reduzida a dez quarteirões do bairro, na faixa que compreende a quitanda, a farmácia, a praça e o mercado, como um exílio em sua cidade? Uma mãe recente é uma ótima crítica da televisão à tarde. Pela primeira vez, é capaz de opinar com fundamento sobre a qualidade dos programas.
De um comercial a outro, o filho cresce mais rápido do que supunha. O que adiava para fazer continuará adiando. Se nos preparativos, demorava séculos para definir a cor do enxoval, as decisões agora são rápidas e fulminantes. São para ontem. O filho largou o peito, deve então acertar a temperatura do leite, preparar a comida, optar pelas peças da gaveta. Será que ponho casaco ou não? Está quente ou frio? O ponto mais visitado é a bunda rosada da criança, para verificar assaduras. As mãos cheiram a hipoglós e não é de estranhar que a pasta branca fique nos vãos dos dedos no momento de dormir. E, quando toca o telefone, a mãe se envergonha de dizer que está segurando o filhote no colo e faz o impossível para que a voz na linha não note o incômodo. Um malabarismo para acalmar os gritos do pequeno, entender a conversa e ser educada. Mãe carrega muita culpa desnecessária. A maternidade é uma solidão desproporcional, uma solidão solteira em cama de casal.
A libido fica em baixa, não se tem a mesma vontade louca de transar. Nem é vontade, é disposição, condicionamento físico. Após desbotar o tapete do corredor no vaivém, não há como se arrumar. Arrepende-se dos espelhos no quarto adquiridos para projetar posições eróticas. O homem se aproxima dengoso e amoroso e a dor de cabeça é a saída menos explicativa. Existe um cansaço inclusive para DR (Discutir o Relacionamento).
A mulher se vê acima do peso, com os seios estranhamente grandes (talvez o homem goste da protuberância, esquece que o aumento é inchaço, dói e não é para ele) e a cintura se equilibrando com a transformação. Pela primeira vez, um maiô não é uma idéia insuportável. O corpo está longe da rigidez e para recuperar as formas antigas só com muita ginástica, musculação e sorte.
ELA ESTÁ DISTANCIADA DO NÉCESSAIRE, substituída pela sacola forrada de plástico, com pomadas, panos, bicos e o restante infinito do arsenal infantil. O máximo a fazer é paquerar a sinaleira. O único jeito de avançar no sinal vermelho é ali, com o carrinho de bebê na faixa de segurança.
Se não está aprontando e ordenando as coisas, está limpando a bagunça. Se não está encaminhando a criança ao sono, está dormindo junto. O banho de banheira da criança que encharcará o piso será o raro momento em que se ausentará, ouvirá novamente sua respiração e buscará informações atualizadas da rua.
Falei do trabalho, porém é o isolamento que mata. O pai age, na maioria das vezes, como um porteiro das visitas, cumpre a convenção social de mostrar o bebê para em seguida continuar suas conversas. Um elogio pra lá, um elogio pra cá, a criança abandona a cena e a mãe corre atrás, para atender as chamadas noturnas. Não há como acompanhar os papos entusiasmados e eufóricos. Escuta-se as risadas do quarto, com receio de que a criança seja acordada e tenha que recomeçar o acalento. Torce para que as visitas saiam cedo.
OS AMIGOS E AMIGAS DA MULHER, de contato freqüente, de repente desaparecem. No início, podem rodear o bebê, propor bilu-bilu e esganiçar dublagens. Exaltam o nascimento. No instante do socorro e exaustão, nenhuma alma por perto. Acontece uma segregação silenciosa e terrível. Alguns se afastam para não incomodar, outros para não serem incomodados.
Durante essa fase, os relacionamentos escasseiam também devido à exclusividade materna. Quem não tem filho pode achar esquisito, mas pais discorrem na mesa sobre quantas vezes a cria foi aos pés e a cor das idas e vindas! Ela encontrará dificuldade de conversar de outros assuntos que não os relativos ao seu filho. Afinal, seu universo gira em torno dele. Vai se aproximar de outras mães para dividir suas dores e delícias. Um dos motivos para que as reuniões das creches sejam longas. É um momento de desafogo e de cumplicidade.
A MÃE QUER SE SENTIR OUVIDA, falar do que incomoda na hora em que sente. Não depois quando já se confortou. Ou antes quando não entende. Tal jornal – mãe é para ser lida no dia. A pior coisa para ela é estocar sentimentos e apreensões, como quem guarda inutilmente papel velho. Mãe deve dizer o que a confunde de pronto e ser respeitada em silêncio até o fim, para que a preocupação não seja convertida em recalque.
Quando não está ao lado da criança, mãe padece com severa intensidade. Uma saída para se distrair – ou ao retornar ao trabalho –, e está ligando apavorada para a babá, solicitando relatos minuciosos dos últimos movimentos do rebento. Pavor de que não há quem cuide melhor do que ela. Ou pavor de que alguém cuide melhor do que ela.
O QUE É SER MÃE? É nunca precisar fazer essa pergunta. O que se experimenta em segredo, o esforço hercúleo, o afeto pontual serão recompensados com a telepatia. A mãe notará que é possível esconder seus sentimentos de qualquer um, menos de sua criança, que alisará seus cabelos no desalento com o pente das unhas e nadará com alegria em seu corpo em cada abraço. E basta observar que a criança imita seu trejeito, basta reparar que a criança segura os objetos com a sua firmeza, basta reconhecer na voz dela o galho florido de seu timbre, basta cheirar o cangote e descobrir quantas fragrâncias não foram criadas, basta vê-la caminhar longe do apoio, balançando como um pingüim, basta ouvi-la dizer “mãe” com a pausa de uma reza, basta ser surpreendida com as repetições de suas idéias, basta que ela invente novas possibilidades para linguagem, basta que ela ponha a digital em um cartão, que ela retribua o “eu te amo”, e as adversidades serão esquecidas. As adversidades já serão amor.
postado por: Mamãe Carol às 15:45
Quarta-feira, Novembro 21, 2007
Não sei porque não vim aqui antes, sei lá... acho que estou desanimada, ou na correria mesmo.
Já comecei a ver a festa de um aninho do João Pedro, que vai ser do Barney. Farei uma coisa simples mesmo, na casa da minha mãe, como foi o chá de fraldas.
Nossa, estou com muitos eventos nos próximos dias e etsou quase pirando!
Tenho um encontro de família em outra cidade nos dias 1 e 2 de Dezembro. No mesmo dia 1 tenho 2 festas que não conseguirei ir, no dia 2 tem outra, do filho da minha prima, dia 4 tem festa da minha afilhada, dia 6 é o niver da minha mãe, dia 7 de uma amiga, dia 8 tem um show que o marido está insistindo para eu ir com ele, dia 11 tem festa da empresa dele, dia 13 outra, dia 14 tem niver do Henrique (né, Lú?).
E eu nem montei minha árvore de Natal, nem consegui ir na R. da Alfândega comprar coisinhas para o niver do meu filhote, nem consegui tirar uma foto decente para o cartão de Natal.
Aí já vem Natal, depois Reveillon... aí eu viajo e só volto na semana do niver do João Pedro. Dá para acreditar que conseguirei sobreviver? Bom, espero que sim.
Carla, amiga, me perdoa, mas não consegui nem um tempinho para ir para o Natal Luz... e ainda tenho que postar sobre esta minha viagem de Janeiro, que vai dar o que falar.
Estou sem tempo de vir contar as ínumeras novidades e peripécias do pimpolho. Ele está cada dia mais fofo e cheio de gracinhas.
Mas também está numa fase de muito medo e grude comigo. Nossa, o levei para ver o Papai Noel e de longe ele já endureceu, grudou no meu pescoço e chorou, chorou, chorou... tadinho, morreu de medo. Chorou muito e por uns 30 minutos. E a minha vontade de tirar uma foto dele com o velhinho foi para o espaço!
Ontem aproveitei o feriado e fomos ao Jardim Botânico. João Pedro que ainda não conhecia areia, ficou encantado e muito sujo de tanto brincar na terra. Encontramos com nosso grupinho, agora um pouco maior: João Pedro (quase 10 meses), Antônio (quase 9), Rafaela (quase 8), Miguel (quase 7) e Sofia (quase 6 meses).
postado por: Mamãe Carol às 15:24
Segunda-feira, Novembro 12, 2007
Quarta-feira, Novembro 07, 2007
3 Novidades da Semana Passada
O segundo dente de baixo do João Pedro nasceu 2 dias depois do primeiro e já consegui registrá-los:
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João Pedro andando de bicicleta com o vovô Pedro:
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João Pedro saiu na Revista Crescer.
Quem quiser conferir pessoalmente é a edição de Novembro/07, página 108:
Beijos a todas...
PS1: Ah, já estou bem melhor. O resultado do exame de sangue saiu e não era nada de Citomegalovírus, graças a Deus. Foi mesmo a estomatite que fez o fígado aumentar.
Vida normal agora, ufa!
Bom, pelo menos consegui 2 noites de sono, pois minha mãe levou o filhote para dormir na casa dela.
PS2: Ilka, parabéns pelo nascimento da filhota! Deixe o seu email no próximo comentário para eu te enviar um cartãozinho, tá? Beijocas para as duas!
PS3: Fabi, a estomatite não foi causada por algo que eu comi não. Foi algum vírus que eu peguei no ar.
postado por: Mamãe Carol às 18:47
Terça-feira, Novembro 06, 2007
PRECISO BENZER A MINHA FAMÍLIA!
Cruzes, nos últimos meses foi um tal de gripe pra cá, vírus pra lá, meu marido teve citomegalovírus, minha cunhada também, meu sogro abriu a cabeça, e agora chegou a minha vez!
Quinta passada eu comecei com muita dor de cabeça, febre alta e dor no corpo. Minha mãe logo achou que fosse dengue e me entupiu de água.
Sexta fiz exame de sangue e deu tudo normal.
Mas a noite a dor de cabeça continuava me irritando e a febre chegou a 39,8 graus!!! Corri para o hospital, pois estava muito mal, parecia que tinha sido atropelada, de tanta dor no corpo e dor na cabeça.
Chegando lá, o diagnóstico: estomatite.
Não deu outra: sábado minha boca toda estourou e a dor no estômago apareceu. A febre e a dor de cabeça passaram, mas não consigo comer quase nada desde então.
Ontem fui no gastro e ele viu que meu fígado estava aumentado. Logo achou que eu estivesse com citomegalovírus, ou hepatite, ou mononucleose.
Cruzes!!!
Conclusão: estou de repouso, sem nem pegar o João Pedro no colo. Minha mãe está segurando as pontas para mim e o levou para dormir na casa dela esta noite.
E eu estou pensando seriamente em benzer a minha casa!
Bjos...
postado por: Mamãe Carol às 13:04
Quinta-feira, Novembro 01, 2007
NASCEU!!!
... o primeiro dente do filhote!!! Há uma semana que a gengiva dele está super inchada e eu procurava o dente todos os dias em vão. Ele estava aflito, roçando a gengiva em tudo e babando mais que o normal, acordando e madrugada... E ontem uma pontinha do dente inferior direito resolveu dar as caras!
Quer dizer... com muito custo consigo sentir a pontinha do dente, porque ele não deixa ninguém chegar nem perto da boquinha, trava a boca, vira para o lado, se joga para trás.
O jeito é fazer ele gargalhar para abrir bem a boca aí dá para ver a gengiva rasgadinha com um branquinho.
Fotos então... nem pensar por enquanto! Deixa o dente crescer um pouco que eu tento.
O dente do lado deve apontar nos próximos dias também.
Segunda passada fomos na pediatra e ele está com 11Kg!!! Alguém aguenta esse chumbinho? Minha coluna está pedindo arrego!
Bom feriado a todas!!
postado por: Mamãe Carol às 15:19
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